RZK – Capítulo 173

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Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu

Arco 4 Cap. 7

O Campo de experimentos

 

Parte 1

 

O momento em que aquele punk pôs seus pés no chão, Subaru sentiu a ilusão de como se o mundo se houvera inclinado.

Obviamente, na realidade, tal coisa não poderia possivelmente acontecer. Nem mesmo o maior ser humano do mundo poderia com simplesmente o bater de seus pés e a força de seu peso realizar tal façanha. E ainda que ele entendesse isso, seus sentidos o enganavam ao ponto de ser crível.

Contudo o que realmente aconteceu, foi que a partir de onde Garfiel havia batido seus pés, uma onda passou através do chão, tal como se enrolando um pedaço de tatame, e isso lançou a carruagem de dragão no ar enquanto a onda passava.

Subaru: Impossível ―― Uwah?!

Tal como no ápice de uma serra, a sensação do impulso ascendente chegou ao seu pico, e então, como se flutuando, a carruagem deslizava suavemente através do ar. Juntamente com os dragões-terra Patrasche e Furufuru, quase totalizando uma tonelada em peso juntas, elas foram todas sopradas ao ar. Dentro da carruagem, Subaru apenas pôde ter à Emília perto ao redor de seus braços.

Então, desta maneira, a carruagem de dragão golpeou o chão com todo o impacto da queda, e com essa simples força, o resultado foi ter a inteira estrutura, dentro e fora rangendo e forçando-se contra si mesma. Esta era uma carruagem de alta qualidade. E além de ser coberta em glamour e dotada de luxo, ambas suas qualidades, durabilidade e conforto foram provadas neste instante por ter evitado completa destruição pelo golpe. Embora, agora, dentro da revirada carruagem, não havia quaisquer rotas imediatas para escape.

Em outras palavras, a única opção que lhes restava era a de levantarem e lutar frente a frente.

Subaru: Merda, mas que diabos foi――

Balançando sua cabeça, que ainda estava pendendo para fora da janela da plataforma do chofer, Subaru estendeu uma mão à sua testa em dor. Ele havia golpeado a testa durante a queda, mas felizmente, aparte da dor, não haviam lesões ou sangramento. De repente lembrando-se de Emília, olhou para baixo e viu-a ainda deitada em seus braços ilesa.

Uma onda de alívio escorreu sobre seu corpo e músculos, mas essa emoção de relaxamento foi logo trocada pela ansiedade de ter sido lembrado do responsável pelo o que ocorreu afora,

Rapidamente levantando sua cabeça, a medonha vista que encontrou o olhar de Subaru foi――

Subaru: Patrasche――!

Guinchando, presas à mostra, a enorme dragão-terra impulsionou-se até a figura magricela.

Fazendo o uso da agora frouxa conexão com um torcer de seu corpo, Patrasche libertou-se com rápidos movimentos e atirou-se em direção ao inimigo para um contra-ataque.

Com presas pontiagudas tão afiadas quando uma lâmina, o poder de sua mandíbula poderia fatiar a pele humana através dos ossos e ainda ter força de sobra. Com velocidade tal qual o vento, ela foi em direção à garganta de Garfiel, a ponto de pô-lo em pedaços sem fazer perguntas.

Garfiel: Excitante decisão. Bom dragão terra…. Não, cê é uma boa garota, num é mesmo. Diabos, “o som de ossos quebrando são um sinal de amor.”

――――!

Acomodado entre a mandíbula de Patrasche, estava a parte de frente de um braço esticado, que por quaisquer fossem as razões, deveria ter sido completamente despedaçado.

Garfiel havia estendido seu braço direito contra a mordida de Patrasche. E o dragão terra, cercando-se ao seu objetivo, mordeu seu pulso, arrancando o braço inteiro, e logo depois ela havia ido em direção ao torso… ou pelo menos, isso era o que deveria haver acontecido.

Mas invés, Patrasche congelou em sua posição, não só seu corpo, mas até mesmo sua mandíbula que tinha o braço de seu objetivo totalmente dentro de sua boca parou de mover-se completamente.

Será que havia alguma habilidade especial em sua posse, ou será que isso estava sendo causado por magia?

Essa questão revolvia na mente de Subaru, mas logo, a ação de Garfiel respondeu às suas dúvidas. Expandindo os músculos de seu braço tido pela boca de Patrasche, esticando-o cada vez mais e mais.

Garfiel: Bom trabalho garota, se deu o fora o mais rápido que pôde, e ainda assim ainda não desistiu, melhor ainda, você passou.

――?!

A negra dragão-terra abaixou seu corpo, e depois do choque ter-se dissipado, tudo o que havia sobrado era uma mão segurando-a ao final de sua cauda. Sua mão direita nas mandíbulas dela, sua mão esquerda segurando a cauda dela, Garfiel sorriu, revelando as suas presas tais como as de um animal.

Garfiel: Ninguém aqui te quer mal. Dorme suave.

Fazendo um balanço com seu braço, como algum tipo de brincadeira, a trajetória circular de seu movimento levava o massivo corpo de Patrasche através do ar. E então, de repente, girando lateralmente com uma inconcebível sensação de leveza, os olhos de Patrasche ficaram cheios de confusão enquanto ela era gentilmente colocada no chão.

Seu corpo massivo por pouco mal havia balançado assim que pousou, e então, silêncio: Patrasche havia sido derrotada. Em frente a essa cena, a seca garganta de Subaru soltou um gemido de descrença.

Subaru: El, Ele atirou Patrasche?

Garfiel: Tamanha natureza leal. Joguei cê de levinho, não deveria doer. Vamos terminar isso antes que você se levante!

Desconsiderando o ainda atordoado Subaru, Garfiel levantou seu rosto e subiu na plataforma do motorista. Deitado sobre a bancada do cocheiro, estava Otto, em uma posição um tanto torta, e ele tentou levantar-se enquanto o atacante passava por encima.

Otto: Guuh, mas, não me subestime! Eu sou um viajante mercador sabia! Eu estou totalmente preparado para ser assaltado por bandidos na estrada durante meus negócios. Então vamos logo com isso, se você preferir não se tornar vítima da minha “Técnica-de-Repulsão-Ryu-da-Família-Suwen” eu sugiro que você se renda agora…… HOowaahh!

Garfiel: Fica quetin, presunto. Masque cê te ocurreu na mente fazer com essas suas habilidades meias boca, qué me enfrenta é? Vai durmi vai presunto.

Logo depois de dar uma pose de combate, cheio de espírito, Otto instantaneamente caiu aos pés assim que Garfiel se aproximou e deu-lhe um peteleco na testa.

O peteleco —— Ou mais precisamente, “o ataque frontal de dedo à curto alcance”, com que certamente soou ser com tremenda força, mandou o corpo magro de Otto voando para fora da plataforma do condutor. Segurando a sua testa pelo que se parecia estar em agonia, ele desmaiou sem dizer uma palavra. Independente de se ele estava morto ou vivo, ele já não era mais um obstáculo.

Garfiel: Agora, pelo q me parece, cê é o único que está faltando.

Suspirando, o Punk voltou-se à Subaru com um olhar que poderia cortar alguém pela metade, resmungando.

Estando em pé na plataforma do condutor, a distância entre ele e Subaru era de alguns centímetros——mas considerando a maneira de como ele havia instantaneamente se locomovido de sua posição prévia para a plataforma em questão de milésimos de segundos, podia-se considerar que não houvesse quaisquer distância entre eles.

Engolindo seu fôlego, Subaru quebrou seu cérebro em dois mas não conseguia pensar em qualquer outro plano para escapar. A única força ofensiva que possivelmente seria capaz de confrontar esse homem, Emília, ainda estava inconsciente desde seu colapso inexplicável. Mas não importa o que aconteça, ele deve protegê-la.

Subaru: Eu vou…

Garfiel: Vai virar pra esse lado ou que sua pele é azul eu não estou nem aí, eu não quero saber — — !

Com o som de um leve tapa no chão, em um piscar de olhos, a pequena figura de Garfiel apareceu em frente ao rosto de Subaru. Acima, o braço erguido tinha seus cinco dedos estendidos, e era simples imaginar o futuro de onde essas garras iriam passar sobre ele, partindo seu corpo em pedaços.

E de cara com esse futuro em que os membros de seu corpo estavam à ser despedaçados, havia apenas uma coisa que Subaru foi capaz de pensar em fazer: O de prevenir o dano de chegar à Emília em seus braços, e em protegê-la com a sua vida.

[ ——— !]

—— Alguns segundos mais tarde, ou quem sabe tivesse sido um intervalo ainda mais longo.

Seus olhos estavam muito bem apertados, o tempo em que Subaru passou esperando pelo golpe arrastou-se até o ponto de deixá-lo confuso. Então, hesitantemente abrindo os seus olhos, ele encontrou todos os cinco dedos do inimigo esticados imóveis em frente ao seu rosto, Atrás deles, havia um olhar perplexo vindo dos olhos daquele Punk.

Mantendo seu olhar em Subaru, que nada podia fazer além de segurar o seu fôlego, ele virou sua própria cabeça de lado a lado, formando estalos com o soar dos ossos em seu pescoço.

Garfiel: Invés de revidar o ataque você preferiu defender a garota, mas que merda foi aquilo! Depois que vc estiver morto ela seria a próxima de qualquer jeito. Não foi essa decisão sua a pior de todas nessa situação?

Sendo golpeado com um argumento válido que ele não estava a fim de escutar, Subaru, passando por sua mente todas as classes de razões, não pode refutar com uma sequer resposta que fosse satisfatória. O silêncio fazendo-o ainda mais descontente, Garfiel moveu as afiadas garras de suas mãos.

Garfiel: Bem, cê é lento por demais de qualquer jeito. Se movendo ou não, não acho que você teria qualquer chance. Vocês todos são praticamente inúteis igualmente.

Subaru: V-você é….

Garfiel: Han?

Comentando sobre a incompetência deles, Garfiel expressou seus pensamentos. Entretanto, enquanto Subaru estava tentando mover a sua garganta congelada, tentando espremer uma pergunta para fora dela, o perverso rosto de Garfiel transformou-se em uma expressão de puro desgosto, e moveu-se ainda mais perto do rosto de Subaru.

Garfiel: Cê tah sussurrando, ergue ça voz aí, bora!

Subaru: Você é Garfiel… certo? Você é um conhecido de Roswall e Frederica?

Garfiel: Frederica?

Confirmando as palavras de Subaru, pela primeira vez, o rosto de Garfiel perdeu sua agressividade. Parecendo surpreso, como uma besta carnívora que havia perdido o odor de sangue, por um instante, ele parecia até um pouco fofo e dócil, mas, imediatamente, ocultou-o outra vez com uma expressão amarga.

Garfiel: Como que cê sabe desse nome huh?……. Não, espera. Essa mulher que você está segurando, é a… semi-bruxa… de cabelo cor de prata?

Subaru: Ela é somente uma semi-elfo. Nem sequer ouse usar aquele nome na frente dela!

Garfiel: —— Hyah. Óiasóissoóiasóisso, cê ficou cheio de coragem do nada.

Olhando para Emília, Subaru de repente explodiu contra a menção daquele depreciativo nome. Todo aquele medo de momentos atrás se evaporou sendo substituído por uma expressão facial cheia de pura raiva, e Garfiel, ouvindo isso, abriu um sorriso cheio de contentamento.

Garfiel: Diz aí, num é ela a tal Emília-sama? Mas pra dizer a verdade, uma semi-bruxa caminhando por essas bandas só podia tah relacionado cum Roswaal.

Subaru: Filho de uma….

Ignorando as palavras préviamente ditas por Subaru, Garfiel disse “semi-bruxa” mais uma vez, com uma especial ênfase. Ouvindo isso, Subaru ergue-se, mas foi imediatamente parado pelas mãos de Garfiel.

Garfiel: “O totó idiota que morde em barra de ferro só acaba se machucando”, certo? Você não tem a mínima chance contra mim. Vê se percebe a diferença logo, okay? —— Num quero que tu se machuque, tende?

Formando um punho com sua mão estendida, ele estalou suas juntas como um aviso. As suas respectivas forças eram bem óbvias, sem saber as suas verdadeiras intenções era melhor não causar ainda mais problemas por querer resistir. Para acalmar sua raiva agora, e esperar pelo momento certo para executar sua vingança, era a melhor opção que ele tinha no momento.

Por isso que,

Subaru: …Vai comer merda!

Garfiel: Hah?

Subaru: Eu não quero me machucar, e você facilmente me bateria ao pó. Mas, eu não posso ficar quieto enquanto você diz coisas que entristeceriam essa garota.

Gentilmente deitando Emilia no suporte de bagagem, levemente tocando o cabelo em sua testa, Subaru ergueu-se encarando Garfiel a uma distância tão curta que suas testas estavam quase se tocando. Uma distância cerca da respiração um do outro. Uma distância cerca do alcance um do outro.

Subaru: Tome de volta aquele nome desprezível… e nunca mais o use!

Garfiel: Cê quer que eu faça o que? Mas você nem sequer o que é necessário pra me forçar, tem? Sua cara, seu estômago, sua mandíbula, cê quer que todas elas sejam destruídas, quer?

Subaru: Venha e tente. Mas não espere que eu deixe isso sair barato…. Se você me socar na cara eu vou te morder, se você golpear meu estômago eu vou te segurar, se você acertar minha mandíbula eu vou cuspir em você, eu vou me vingar de você dente por dente.

Respondendo intimadação com intimidação, Subaru se deixou levar pela ardente paixão em seu peito. Na frente dele, a aura hostil quietamente emanando de Garfiel mando-lhe calafrios pela sua coluna. Literalmente, se ele bem quisesse, Garfiel poderia simplesmente com um peteleco mandar Subaru pelo ares. Julgando o level de ataque e defesa de Subaru isso era meio óbvio.

Das pessoas mais fortes que Subaru tem encontrado até o momento, Garfiel pode facilmente tomar uma posição dentre eles. Possivelmente, sem chegar ao level de Reinhardt cujo estava no topo, ele poderia, não obstante, concebivelmente ir contra Wilhelm ou Julius.

Então mesmo que as palavras de Subaru não fossem tão amedrontadoras, a real possibilidade dele ser capaz de retaliar era igual à zero.

Mas ainda assim, Subaru e Garfiel encaravam um ao outro diretamente nos olhos um do outro.

Mesmo sabendo que ele perderia, ele se recusava a recuar. Por que a razão que o impedia estava logo atrás dele…

Garfiel: —— HIHAHAHAHA

Subaru: — — Ah?

Esta era uma voz inesperada que totalmente escapava a situação atual.

Em meio ao seu confronto, a risada de Garfiel se escapou, entrando no caminho entre Subaru e ele. Subaru soltou um ronco confuso de sua garganta, e Garfiel respondeu com suas ações

Garfiel: Hiyahahahahaha! Cêé muito bom com as palavra eh… hihihi… cê realmente disse aquilo nufoinão! HAHAHA

Subaru: Que….Au! AI! Ei! P-pa-para com isso. Ai.. AI AI AI, isso dói sabia!

Caindo em uma imparável gargalhada, Garfiel amigavelmente dava tapas nas costas de Subaru. Contudo, sem a menor intenção ou hostilidade de atacar, mas mesmo que ele estivesse se contendo, o gesto em si, era igualmente doloroso ao ponto de reduzir a barra de vida de Subaru em grandes pedaços a cada tapa.

 

Parte 2

 

Garfiel: Iça aí, cê tá aprovado! Passô pela porteira da frente! Mas ça’semi-bruxa….. Semi-elfo, embora eu num goste muito deles, cê tem a coragem de proteger ela, eu vou respeitar isso.

Subaru: Que bom que você entendeu… mas isso tah realmente doendo~! Quando que você vai resolver parar de me dar tapas, você está querendo me matar!?

Sem a menor pausa em seu entusiasmo, os braços de garfiel foram postos de lado, e subaru moveu-se alguns passos para longe dele. Vendo isso, o punk inclinou sua cabeça, cruzou os seus poderosos braços, e

Garfiel: Mas que sem graça. Tuáquilo são mágoas passadas agora. Quando um macho fica to’mesquinho, quer dizê que a coisinha dele é insignificante também, sabia?

(Cansei de ficar usando esse modo caipira de falar dele, vou usar normal daqui em diante, toma tempo demais, meu deus, caipiras devem ser gênios, por que pelo amor de deus, se eles escreverem do jeito que escrevem, eu dou meus parabéns.)

Subaru: Essa é a primeira vez que eu escutei você usar um ditado que me parece familia…. Mas minha “coisinha” não é da sua conta! E-n-f-i-m! Você é Garfiel, e familiarizado com Roswaal, certo? Mesmo que tenhamos tido um desentendimento quando primeiramente entramos em contato, não há mais nenhuma hostilidade entre nós certo?!

Garfiel: Dá pru cê parar de ficar todo agidadin’? Tah me irritando já. Num se apavore não, num vô te cume não.

Subaru: Quem você acha que vai convencer depois daquela selvageria toda com sua atitude AAHHHHH…????

Enfiando seus dedos em seus ouvidos, garfiel respondeu as objeções de subaru com um [Acho que você tem razão eu acho] tal como se entendendo ele. Mesmo quando ele fosse incompreensível às vezes, era um alívio de que pelo menos eles eram capazes de se comunicar com palavras agora. E então, tendo escapado essas terríveis circunstâncias, Subaru lembrou-se,

Subaru: Pse…humm… Hey, emília desmaiou de repente! Isso não é hora de ficar aqui conversando normalmente contigo!

Garfiel: Desmaio, você quer dizer a semi-elfo? Ei, é claro que ela desmaiou, onde você acha que cê tá? Pra quê você está entrando em pânico?

Correndo para a direção de emília, ele a encontrou ainda em seu sono, respirando irregularmente, como se estivesse em dor. Enquanto subaru estava preocupado ao seu lado, Garfiel não parecia achar isso nada fora do normal, e simplesmente deu de ombros. Percebendo o gesto dele, subaru perguntou [o que você quer dizer com isso?], cujo fez Garfiel franzir a testa incredulamente

Garfiel: Cê já escutou de Roswaal e Frederica sobre o que esse lugar é, né não? Ele tem que ter… Mentira, você não sabia?

Assim que ele acabou de começar a explicar, Subaru sacudiu a cabeça de lado a lado, e garfiel estalou a língua em frustração. Cuspindo, ele disse [aquele maldito pervertido….], era simples entender a quem ele estava se referindo.

Garfiel: E Frederica não te disse nada tampouco? Isso é foda, nesse ritmo a personalidade dela vai se tornar tal como a de seu dono. Coitada.

Irritado e sacudindo a cabeça, garfiel disse. Então, percebendo o olhar inquisitivo de subaru, ele levantou sua mão e disse [yeah yeah, eu entendo eu entendo], e,

Garfiel: Parece que está bem feio mesmo, mas ela não está correndo nenhum perigo. Só que, se você não quiser continuar observando essa expressão de dor no rosto dela, precisamos começar a dar o fora daqui agora, venha, eu vou te guiar para a aldeia.

Subaru: Quando nos movermos daqui a consciência dela vai retornar?

Garfiel: Mas é isso que eu tô te dizendo num é? Vamo logo, estamos de saída, heey, quanto tempo você vai continuar dormindo aí? Acorda.

Mesmo que isso não fosse suficiente para uma explicação. Garfiel não parecia estar interessado em continuar explicando ainda mais. Dando meia volta sem menor intenção de esconder sua expressão maldosa, ele foi e deu um chute em Otto. Ao receber o chute, o “ainda-desmaiado” Otto, soltou um grito cheio de dor.

Garfiel: Cê é o motorista, né não? Eu vou virar a carruagem de ponta cabeça, e você vai nos levar até a aldeia. Se você for devagar demais, eu vou mandar você e seu rabo daqui voando, tendeu?

Otto: Me diz, mas que tipo de situação você nos meteu Subaru! Pelo que escutei parece que eu acabei tendo tudo descontado em mim mais uma vez!

Ouvindo essa inaceitável versão das coisas, Otto se irritou, de repente erguendo a sua voz contra Garfiel. Considerando a surra que ele acabou de levar alguns minutos atrás, isso realmente parecia ser tremendamente corajoso de se dizer, E Garfiel, que aparentemente simpatizava com a opinião dele, voltou seu olhar para Subaru,

Garfiel: Hey, esse cara aqui é sempre assim tão enérgico?

Otto: Se você for perguntar para aquele cara ali vai ser impossível de você receber uma decente resposta então pode parar por aí! Não tem como você formar a sua própria opinião observando o que eu sou! E se desculpe! Por favor se desculpe!!

Garfiel: Hah!? Infernos, filho da puta tah todo animadinho do nada, cê tah me subestimando eh? Yeah, eu dei uma porrada no cara que não merecia levar porrada, qualé, aceita e se vira!

Subaru: Tem como vocês dois calarem a boca! Emília ainda está em dor, anda logo e pegue as rédeas! E você, coloca logo a carruagem na posição certa!

Enquanto os três homens estavam fazendo uma comoção, e começaram a insultar uns aos outros em cima do banco do chofer… Colocada de lado na cama perto da bagagem, Emília, quem estava inconsciente até agora, ainda não havia levantado. Contudo, você percebia que seu lindo rosto estava começando a franzir, irritada pelo barulho,

Emília: …… Cala boca.

Ela sussurrou e uma pequena voz, tal como se falando em seu sono.

Garfiel: Eu ainda num me apresentei né não? O nome é Garfiel….. ahh, só Garfiel já está bem. O homem mais forte existente. Se precisar de qualquer coisa é só chamar.

Subaru: Oh, eu sou Natsuki Subaru …… Eh, o que foi que você disse? O mais forte? Você está sóbrio enquanto está dizendo isso?

Enquanto a carruagem de dragão se movia, estando cara a cara com Subaru ao lado, Subaru e Garfiel se apresentaram um ao outro. Vendo Subaru de repente levantar a sua mão com um surpreso olhar, Garfiel também parecia ter uma incrédula expressão,

Garfiel: Mas não foi isso que eu acabei de dizer? O que tem de tão estranho com isso?

Subaru: Não não, eu só que eu nunca esperei em conhecer alguém que tão facilmente dissesse “ Eu sou homem mais forte existente”. Mesmo assim, você não está exagerando um pouco?

Garfiel: Por quê, você não acha que eu sou o mais forte?

Subaru: Bem, eu admito que você é muito forte, mas estamos falando do absolutamente mais forte, como devo colocar isso…… Não importa como, eu tenho um cara que sempre vem a minha mente.

A imagem daquele cavaleiro de cabelo vermelho emergia em seus pensamentos… Comparado com Garfiel adiante dele, a mente de Subaru tentava comparar os dois. Pelo prévio encontro deles, somente com suas mãos, Garfiel parecia ser um lutador formidável, e poderia com um simples chute mandar uma casa voando se ele quisesse — não, ele havia virado a carruagem de ponta cabeça simplesmente com pisar no seus pés agora pouco. Mas seria tudo isso o suficiente para competir com os Cavaleiros Santos afinal de contas?

Mesmo com isso em sua mente, a vantagem de Reinhardt parecia ser clara, Contudo, nem mesmo Subaru sabia porque ele tinha esse cavaleiro em tão alto patamar.

Garfiel: haha, seja como queira, eu vou corrigir essa incorreta visão que você tem cedo ou tarde, e provar com as minhas próprias mãos que eu sou o mais forte. Por agora, vamos dizer “o cavalo marinho de nariz vermelho tem medo do frio”, E pense nisso assim.

Subaru: Eu simplesmente não faço ideia do que você acabou de dizer…

Subaru entre no seu pescoço para essa última parte do que Garfiel disse, e Garfiel não parecia estar disposto a explicá-lo, , Invejas, cruzou suas mãos atrás da sua cabeça e relaxou colocando peso de suas costas no assento. De qualquer modo, tendo sua conversa haver chegado a uma pausa, Subaru olhou através da janela, E passou seu dedo através do cabelo prateado de Emily enquanto ela dormia em seu colo.

Enquanto a Milli ainda não havia acordado, sua expressão havia se tornado mas tranquilo comparado a anteriormente. Tal como Gabriel havia dito, tê-la movido de lugar parecia ter trago efeitos positivos à ela.E então, a próxima coisa em sua mente era,

Subaru: Ah, Eu não tive a chance de apropriadamente perguntar isso para você antes, mas, você é um conhecido de Roswaal, certo?

Garfiel: Você deve ter ouvido falar da minha reputação, certo? Então eu vou dizer isso mais uma vez, de todas pessoas relacionadas com Roswaal, dentre elas eu sou o mais forte.

Subaru: Isso não é bem aonde estou querendo chegar…… Embora, sim, eu me lembro de ter escutado sobre uma pessoa de ser influência…

Sendo que, força bruta fosse a única coisa da qual o faria ter certa “influência”.De frente do que Subaru havia esperado, Gar fiel não era muito de um suporte na parte política, mas possivelmente seria mais do tipo de suporte relacionado ao sentido de ter músculos ao invés de um cérebro.

Com o santuário não muito longe de sua posição atual, tendo pego alguém que uma vez foi uma pessoa da qual eles de viam ter cuidado, e com quem ele poderia ter interações amigáveis, Na verdade ele somente havia adicionado mais para a lista de dores de cabeça de Subaru.

Subaru: Acho que essa são simplesmente mais uma pra a lista de perguntas que tenho de fazer à Roswaal assim que alcancemos o Santuário, eu acho. Eu sei que supostamente deveria estar resolvendo mais problemas, mas parece que o número de perguntas simplesmente cresce ainda mais durante a jornada, mas que diabos é isso?

Segurando sua própria cabeça, visualizando difícil jornada adiante, a expressão de Subaru parecia estar se obscurecendo. Ouvindo a isso, Gabriel fez um pequeno estava com sua língua, oferecendo um pequeno vislumbre de seus afilhados dentes caninos,

Garfiel: “”Santuário”——eh

Sentindo algum significado em seu sussurro, o rosto do Subaru levantou-se, Gabriel a gente mente balançou sua mão. Então, ele levantou-se, olhando para direção adiante, traço tr sentindo algum significado em seu sussurro, o rosto sobrou levantou-se, Gabriel gente mente balançou sua mão. Então, levantou-se, olhando para direção adiante,——Isto é, para direção do santuário.:

Garfiel: Isso é porque você continuar engolindo as palavras Roswaal inteiras sem questionar, que você continua chamando esse lugar por esse nome. Tirando as coisas que você não sabe de lado, as coisas que ele te contou são todas cheias de merda, você sabia disso certo?

Garfiel: Mesmo que eu compartilho da mesma opinião que você, não é de bom caráter falar mal de alguém pelas costas desta pessoa……..Me diz, ele irritou você ou algo parecido?

Garfiel havia visivelmente se enchido de desgosto ao escutar palavras santuário. Subaru se perguntava se ele havia dito algo errado, esperou, mas a reação ainda mais estranha ocorreu, a de que Garfiel havia visivelmente se enchendo de desgosto ao escutar a palavra santuário. Subaru se perguntava se ele havia dito algo errado, esperou, mas a reação foi ainda mais Extrema do que o esperado.

Isto é, Garfiel entortou seus lábios em um sorriso irônico,

Garfiel: Ora, ora, já é hora de que a nossa princesa-sama desperte de seu sono. Desde que estamos já à boa distância da barreira.

Subaru: Mas de que barreira você…… Ah, Emília-tan?

Ao momento que ele estava ao ponto de fazer uma pergunta, Subaru viu Emília dar uma volta em seu colo e ele chamou pelo nome. Ela levemente abriu seus olhos, e olhou ao redor do interior da carruagem. E tal como se ela ainda não estivesse completamente acordada, ela encarou a Subaru com seus olhos violeta,

Emília: Bom dia Shubaru………

Subaru: Emília-tan ao despertar também é suuuuuuuper fofa, ah, achou que agora não deva ser o momento mais apropriado para isso, hum, comk vc está de sentindo, boxe sente alguma dor de cabeça?

Emília: Eehh, acho que não, eu. Ao me sinto estranha ou nada do gênero……..!!!!

E-mail sua resposta Emília de repente parecia estar completamente desperto, levantou-se tão rápido que Subaru teve que esquivar-se para trás de seu movimento. Depois de estar a 1 cm de distância de suas cabeças haverem chocado uma com a outra, Subaru onde outra vez para Emília, quem parecia não haver percebido o quão perto isso realmente havia sido.

Emília: E-está tudo bem com você Subaru? Eu disse que ia te proteger e de repente eu fui e desmaiei.

Subaru: Ah eu dei um jeito de certa forma. Então não há razão pra se preocupar com isso! Nós viemos entrar em um entendimento através do diálogo. Pessoas formam relações com outras através de conversas, e nós demos um passo com respeito a isso. Embora tenhamos passado por alguns problemas de comunicação primeir nós viemos entrar em um entendimento através do diálogo. Pessoas formam relações com outras através de conversas, e nós demos um passo com respeito a isso. Embora tenhamos passado por alguns problemas de comunicação primeiramente….

Enquanto Emily estava aproximando-se cada vez mais e mais, Subaru tocou no seus ombros para tentar acalmá-la, Enquanto ela observava Ele falar. Parecia que ela já era capaz de levantar-se e caminhar

Garfiel: , E o movimento do seus olhos e a cor de sua complexidade, e os pau lavras dela, e também a sua vozes estavam todas impecáveis. Também, super fofa. Assim como sempre foi.

Subaru: viu? Exatamente como eu disse, não é?

E, como se esperando Subaru acomodar-se, Garfiel deu risada. Mas ao ouvir isso, Emília de repente de um salto os entre o pres mas ao ouvir isso, Emília de um pulo de surpresa, protegendo sobrou atrás dela, tal como se só agora tivesse percebido existência desse novo estranho dentro da carruagem.

Emília: Quem é você?! Eu estou te avisando, eu não vou deixar você encostar um dedo no Subaru!——

Subaru: Emília-tan, está tudo bem. E por favor teria como você parar de reforçar o meu papel como a fêmea desse drama por favor?! Minha resistência não pode tomar mais danos do que já recebeu.

Puxando Emília para fora de seu modo de combate para trás, Subaru virou-se para Garfiel introduziu ele.

Subaru: Esse é Garfiel, …… Logo depois de Emília-tan ter desmaiado, ele atac…. digo, ele veio de carona na carruagem. Não que ele seja bem-vindo ou algo parecido, mas ele está vindo junto conosco até que cheguemos ao santuário.

Emília-tan: ……. Esse é Garfiel? A pessoa quem Frederica havia mencionado?

Garfiel: Bem, eu estou curioso a respeito do que ela disse sobre mim, mas nós podemos colocar isso para depois, veja, mas estamos chegando ao vilarejo logo.

Ouvindo Emília fazer o mesmo comentário que sobrou havia feito anteriormente, Gabriel ergueu o seu queijo sem dar-lhes tempo para organizar a situação. Ele gesticulou, e a diante deles bem, eu estou curioso a respeito do que ela disse sobre mim, mas nós podemos colocar isso para depois, veja, mas estamos chegando ao vilarejo logo.

Ouvindo Emília fazer o mesmo comentário que sobrou havia feito anteriormente, Gabriel perdeu o seu queijo sem dar es tempo para organizar a situação. Ele gesticulou, e, adiante deles, a floresta havia começado a abrir-se, e a forma de um vilarejo cuja era a ele descolou, e, adiante deles, a floresta havia começado a abrir-se , e a forma de um vilarejo cujo era o seu destino começou a aparecer.

Garfiel: Sejam bem-vindos, Emília-sama e acompanhantes.

Ele se havia dirigido a eles de forma apropriada–contudo, suas palavras não continham nenhum respeito ou favorecimento, que continha um versus um pouco de desdém,e um tom de escuridão.

Sem que houvesse percebido, o olhar superou havia se tornado Severo, e confusão havia emergido no olhar de meia. Recebendo ambos seus olhares, Gabriel abril ando seus braços, e sua atitude a mesma.

Garfiel: O Lugar que Roswaal chama de santuário ou que seja lá o que for-onde um bando de estúpidos se juntam para passar o seus dias, o Lugar chamado de campos de provação, cada um passa aqui seus dias lamentáveis.

Subaru: Campo de provação……?

Emília: Estúpidos— —

Enquanto Ambos Emília e Subaru haviam focado em partes distintas de suas palavras, Garfiel pôs uma mão sobre a sua boca, cobrindo seus dentes caninos, que a estavam à mostra, sorrindo, tal como para esconder um terrível complicado sentimento.

Garfiel: Mas nós, os residentes, chamamos isso “O Local Da Sepultura Da Bruxa Do Orgulho”. Engraçado, não é? Heh…

Risos ecoam através do ar, tal como se em auto-escárnio, quietamente, resistam através na carruagem.

Baixa, e fraca, como uma maldição, uma quizás, uma benção.

Ouvindo-o, Subaru em seus pensamentos preocupava-se com a garota ao seu lado.

Se uma bruxa se estendesse em seu caminho mais uma vez, ele deve ser aquele quem extinguiria as flamas do confronto… firme e resolutamente, ele disse a si mesmo.

O “Santuário” se aproxima.

——Para Natsuki Subaru, e para Emília, este era um lugar cujo alteraria o futuro de seus caminhos para sempre.

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