RZK – Capítulo 169

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OBS: Essa Parte na verdade faz parte do arco 3. Contudo essa parte foi cortada do anime, é tem grande impacto no capítulo 3 por isso resolvi traduzir e adicionar aqui em baixo, mais detalhes sobre essa parte estão no final da tradução.

Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu

Arco 4 Cap. 3

Reunião e Passagem

Parte 0

 

Subaru: Mas o que…? Que estranho!?

Apesar de Subaru heroicamente ter se oferecido para encontrar Beatrice e saindo cheio de confiança… não está indo assim tão bem. Geralmente, quando Subaru quer chamar Beatrice para vir para o jantar, tudo o que ele tem que fazer é abrir a primeira porta que ele vê e ele encontraria Beatrice e a biblioteca proibida do outro lado da porta. Uma vez, ele a encontrou apenas abrindo a porta para a sala de jantar.

A magia de Beatrice, “Porta Intercambiável” é um tipo de magia negra, especializada em transição de um nível muito além da compreensão do Subaru. Uma pequena menina e usuária experiente de magia negra, Beatrice usa as portas da mansão para obscurecer aleatoriamente a entrada da biblioteca proibida. Basicamente, há apenas uma escolha certa, como se fosse a brincar com quem pretende encontrá-la, a escolha certa mudaria continuamente sem aviso.

De alguma forma, Subaru facilmente atravessava essa barreira com o que ele chama casualmente de sua capacidade de “Arrombamento de Portas”, e não está claro exatamente porque a única pessoa que pode sempre encontrar a porta na primeira tentativa é também alguém que absolutamente não podem ler a atual situação.

 

Subaru: De repente minha habilidade parar de funcionar em um momento como este, é um novo nível de decepção, meu Deus… Depois de me gabar para Emília e Ram, se agora eu não conseguir encontrar você — não vai ter como eu me fazer de fofo e encontrar uma escapatória dessa situação, então por favor, apareça, HEEY…

Ele murmurou ao abrir todas as portas na ala dos serventes uma a uma, tendo já aberto todas as portas no edifício central onde ele começou, ele desperdiçou um monte de tempo. Esta é a primeira vez que ele teve tanta dificuldade em encontrar Beatrice, e mesmo que não ligasse muito para essa situação, ainda não iria parar o suor se formando em suas sobrancelhas.

Não importava o que, numa mansão vazia abrindo todas as portas, uma após a outra apenas para se decepcionar de novo e de novo, tudo isso deve parecer muito lamentável para um espectador.

 

Subaru: Droga, não consigo encontrá-la! Isso é ruim, eu estou ficando sem tempo! Devo desistir e fugir deixando coisas assim!? Minha consciência dói só de pensar em como Emília-tan estava olhando para mim com toda essa fé nos olhos dela… mas talvez eu não tenha uma escolha?! Só vou ter que contar a todos que Beatrice teve uma séria dor de estômago e não podia deixar o banheiro —.

 

“Não consegue pensar em uma desculpa melhor, suponho, seu cretino!?”

Enquanto Subaru coçava a cabeça dele, lamentando a própria situação, foi recebido pela abrupta resposta no momento que ele abriu a porta. Diante de seus olhos, o quarto que era suposto para ser o banheiro em vez disso estava empilhado com o tipo de papel usado para algo além de limpar a bunda — em suma, foi substituído por uma biblioteca recheada de livros. A biblioteca proibida, uma visão que ele tinha estado tão acostumados a ver, mas uma vista que ele não presenciava há muito tempo. Sua guardiã, uma menina usando um vestido extravagante, sentava-se na frente dele, como sempre. Entrando na sala, havia uma escada de madeira em linha reta na frente dele, e sentada-se em cima dele estava uma menina com um livro grosso aberto no colo dela.

 

Subaru: Beako, encontrei você no banheiro e sã e salva por assim dizer — meu instinto não está nada mal, se não o digo eu mesmo.

Beatriz: É só que fiquei com pena você, desde que você não desistiria eu suponho. E por causa do bom nome de Betty, seria problemático se você começasse a falar às pessoas algo estranho.

Subaru: Não se preocupe! Todo mundo faz cocô, e em caso de emergência com uma dor de estômago, muitas pessoas não iriam querer responder quando são chamados. Mas eu não deveria estar dizendo algo tão insensível quando você está aqui se esforçando, desculpe!

Beatriz: O que você acabou de dizer já é a coisa mais insensível do mundo, suponho eu!

Levantando de sua bagunça, Beatrice estava bufando com indignação definitiva. Vendo seus cachos debatendo descontroladamente, Subaru tentou acalmá-la dizendo “foi mal foi mal”, e acenando as mãos levemente.

Subaru: Pondo isso de lado, já faz um tempo. Eu estava procurando você por toda a mansão, é como se você não fosse abrir a porta pra mim de jeito nenhum.

Beatriz: … É como a magia Posta Intercambiável deveria para funcionar quando estou prestando atenção. Até mesmo se for você, se eu realmente tentar, você não seria capaz de entrar eu suponho.

Subaru: O fato de que você ter me deixado entrar faz-se difícil de acreditar! Tsundere!

Beatriz: Se eu não deixar você entrar, você teria ido ao redor me ameaçando com aquele escândalo!

Depois de gritar com raiva, Beatrice parecia envergonhada pela sua explosão tinha uma expressão estranha no rosto. Vendo sua mudança de atitude, o canto da boca do Subaru relaxou um pouco de acordo que andava até onde ela estava sentada.

 

Subaru: Pondo isso de lado, fico feliz que eu fui capaz de encontrá-la. Peço desculpas, assim de repente, mas você conseguiria preparar-se para sair? Vai ser problemático se você ficasse aq…

Beatriz: Betty não estará saindo desse lugar.

Subaru: Ha?

Com essas palavras abruptas rejeitando sua sugestão, Subaru parou em seus passos.

Ele olhou para ela, e, olhando para ele, ela suspirou em sua expressão espantada.

 

Beatriz: ‘Betty não vai embora,’ isso é o que eu disse. Não tenho intenção de deixar a biblioteca proibida, ou a mansão para esse assunto, eu suponho. Seria melhor que você aceite isso e deixe de importunar-me.

Subaru: Espera um segundo, você não entende a situação que estamos agora. Você não pode ficar aqui, é muito perigoso, então vamos juntos. Eu vou te explicar tudo!

Beatriz: Mesmo sem sua explicação, eu já entendo a essência do problema, eu suponho. Além disso, pare de me tratar como uma criança.

Encarando o Subaru, Beatrice estendeu a mão para uma das estantes, derrubando um livro muito grande para as mãos dela que parecia uma enciclopédia ilustrada. Ela voltou para a escada abraçando o livro no peito dela como ela sempre o fazia, então, ela sentou-se com o livro aberto no colo dela como se nada tivesse mudado, como se ela realmente não tinha intenção de sair.

Subaru: Oy, quale? Não termine a conversa assim, afastando-me de repente.

Beatriz: Não há nada mais que Betty tenha a dizer, eu suponho. Você está querendo apenas unilateralmente continuar a conversa, e mesmo se você fizer isso, minha resposta não vai mudar. Como eu, você não tem tempo a perder também, eu suponho?

Subaru: Aaahh … Se você sabe tanto, então me ajude. Eu vou levar você comigo. Você vem comigo. Okay?

Beatriz: Não, obrigado. Minha decisão permanece a mesma, não importa de quem venha. — Sim, não importa quem seja, não permitirei que coloque um pé dentro da Biblioteca Proibida, eu suponho.

Os olhos dela caindo ao seu livro, a resposta tranquila de Beatrice era forte e firme. Subaru coçando sua cabeça por causa da teimosia de Beatrice, Subaru soltou um suspiro.

 

Subaru: Olha, não vim aqui desta vez só para fazer bagunça, ou porque a Ram tem o jantar pronto. Não quero dizer isso, mas os Seguidores da Bruxa estão chegando. Eles não discriminam no que ou quem eles atacam, e se eu deixar você aqui na mansão…

Beatriz: À essa altura, você deve estar bem familiarizado com o poder da minha habilidade E mesmo se alguém se atrevesse a pisar aqui dentro… Não vou mostrar-lhes qualquer misericórdia suponho.

Subaru: —!

Por um momento, Subaru sentiu a presença perigosa que emanava de Beatrice, de acordo quando ela disse essas palavras. Um arrepio gelado escorregou por suas costas. Engolindo e seco, ele percebeu que eram os pós-choques das ondas de magia, irradiando de todo o corpo dela. A enormidade do fluxo de Mana foi tal que até mesmo Subaru, que tem pouca experiência com magia, poderia dizer quão esmagadora era.

 

Subaru: — —! Mesmo assim, vou levar-te comi­─

Beatriz: Isso de novo…

Subaru: Se você é forte ou não, não tem nada a ver com isso! Você é uma garota, você é pequena, isso é motivo suficiente pra mim! Não quero deixar-te aqui onde é perigoso, preciso de qualquer outro motivo?!

Mesmo sendo pressionado pelo poder de sua aura, Subaru seus pés firmemente plantados no chão, gritando. Vendo o homem na frente dela ainda mais veementemente decidido à discutir, os olhos de Beatrice abriram-se em espanto. Então, como se suportasse algo doloroso, ela fechou-os outra vez. Subaru franziu as sobrancelhas em sua resposta, mas ainda carregando adiante a intenção em levá-la com ele. Só então…

 

Beatriz: Betty, não pode ir com você. Por favor, não confunda as coisas mais.

Subaru: Eu não estou me confundindo. Você está. — Isso é tudo o que tenho a dizer.

Beatriz: És teimoso, suponho. — você sabe, eu odeio teimosia.

Beatrice murmurou algo em um sussurro. Incerto o que ela disse, Subaru estava prestes a perguntar, mas antes que ele pudesse, Beatrice levantou-se de sua pilha de livros.

 

Beatriz: Entendo, eu suponho, que você ganhou. Eu vou fazer como você pediu, eu suponho.

Subaru: Ah? O-oh, isso é bom. Você entendeu, que bom. Por um momento, depois que você se levantou, me preparava para vc me fazer explodir para fora voando daqui sabe.

Beatriz: Para Betty, soprar você pra for a de tal maneira que somente sua sombra permanece neste mundo seria fácil demais… mas não faria uma coisa tão cruel assim.

Dizendo algo tão assustador como se não fosse nada, Beatrice retornou o livro que ela tinha levado de volta em sua prateleira. Curioso em seus movimentos, Subaru percebeu algo e levantou suas sobrancelhas. Talvez fosse porque ela concordou em ir com ele que ele baixou a guarda. Por um capricho, ele perguntou.

 

Subaru: A propósito, existem toneladas de livros aqui, mas você está familiarizado com quaisquer línguas diferentes do alfabeto Yi Ro Ha?

Beatriz: Eu queria saber o que você pediria de repente… Por Yi-Ro-Ha eu suponho que você quer dizer o alfabeto como Yi e os outros? Usando uma expressão como essa, que está vinculado a raiva dos linguistas profissionais.

Subaru: Sim Sim, foi mal foi mal, desculpa. Mas, vamos ao que interessa…

Dando a Beatrice, que estava brusca e seca com ele, em um sorriso nervoso, Subaru puxou um único livro fora de sua jaqueta. O livro estava feito todo em preto e seu conteúdo—

 

Subaru: Bem é esta coisa, mas todas as letras dentro dele não são nada que já vi antes. Eu queria saber se você sabe…

Beatriz: Gostaria de saber, por que você está segurando isso, agora mesmo!

De repente, a voz dela rígida sobrepujaram as palavras de Subaru, afastando-o. Olhando para ela, os olhos de Beatrice foram esticados largos, fixando-se a olhar para o “Evangelho” em suas mãos. Subaru foi surpreendido pela intensidade da reação dela, tendo apenas tocado no assunto casualmente.

 

Beatriz: Eu gostaria de saber por que você está segurando agora mesmo. Responda-me!

Subaru: Mesmo que isso seja lixo? … Eu tirei daquele idiota do Culto à Bruxa. Ele estava tratando isso com algum zelo religioso louco, então eu pensei que poderia ter algumas pistas escritas nele

Beatriz: Você o levou? O culto de bruxa? Você, de todas as pessoas…

Colocando uma mão na testa, ligeiramente balançando para frente e para trás, a expressão de Beatrice mudou. O sangue drenado de sua já pálida expressão, Subaru estava desconcertado que pela maneira os olhos dela encaravam, sem foco. Ela parecia como se prestes a cair a qualquer momento, então sem pensar, Subaru estendeu a mão para ajudá-la.

 

Subaru: Oy, oy oy, são você okay? Se você não está se sentindo bem, não se esforce.

Beatriz: Betty está… não está bem, se é assim que as coisas estão. Mas, deixando-o em seus cuidados… É impensável, mas talvez Roswaal tem sido, até agora….

Subaru: AAAA — LÔÔÔÔ—? Desculpe interrompê-la quando você está olhando tão séria, mas você pode─me─ouvir?

Beatriz: Só estou pensando agora, eu suponho, então você pode esperar por um momento?

Beatrice silenciou o Subaru com um olhar afiado, e ele se acalmou em silêncio. Ele fechou a boca dele enquanto ele observava que Beatrice fechava os olhos, mudando a expressão dela. Depois de que algum tempo tinha-se passado, e ela parecia permanecer sem resposta, Subaru abriu o evangelho em suas mãos pela primeira vez, e quando, folheando as páginas que ele ainda não conseguia entender. Então, de repente percebeu isso.

 

Subaru: Este livro, a última metade dele está toda em branco…. Mas, está página… ela estava mesmo aqui antes?

Estava escrito em um alfabeto desconhecido, e a segunda metade estava faltando páginas que pareciam ter sido arrancadas. Esses dois fatos não tinham mudado. Apenas, a última página que havia algo escrito nela parecia ter tido palavras adicionadas a ele. Embora ele não poderia lê-lo de qualquer maneira. Talvez ele só estava imaginando, não havia nenhuma razão para se preocupar tanto.

 

Beatriz: Este livro, o que você pretende fazer com ele, eu suponho?

Beatrice, que tinha estado em silêncio por um longo tempo, perguntou de repente. Descansando a mão dela contra os lábios, como se chegar a alguma conclusão na sua própria mente, Beatrice atirou esta pergunta a Subaru. Mesmo se ela o perguntasse… Subaru respondeu, afetado por sua conduta,

 

Subaru: Decifrar o conteúdo… mas não estou interessado nos ensinamentos do culto às bruxas ou nada do gênero, é apenas no caso de que haja qualquer tipo de informação útil aqui. Caso contrário, não queria estar carregando um livro pelo qual aquele cara estranho se preocupava tanto

Beatriz: … Pelo menos, Betty não pode ler o que está aí dentro. No entanto, se você não quer guardá-lo, você pode confiá-lo aos meus cuidados suponho.

Subaru: Confiá-lo a você?

Beatriz: É um livro estranho que uma vez foi estimado por um estranho dono eu suponho. Se você tiver quaisquer reservas sobre carregar um livro como esse, eu poderia tirá-lo de suas mãos para você.

Beatriz estendeu a mão timidamente em relação a ele. Desse gesto, ele poderia dizer, pelo menos, que isto não é um livro que ela queria ter. Estas não foram as palavras que alguém usaria se eles estavam pensando em revendê-lo para um lucro arranjado. Eram palavras cheias de boas intenções. Isso, e da forma como ela tinha agido, ela obviamente entendeu que o livro foi, sem dúvida, um evangelho. Assim…

 

Subaru: Desculpe, mas tenho de rejeitar sua oferta.

Subaru disse, ao empurrar suavemente as mãos que Beatrice estendeu, colocando-as para baixo. Em suas palavras, os olhos de Beatrice cintilavam por apenas um momento, antes de seu lindo rosto virar algo severo e pesado.

 

Beatriz: Porque, eu suponho. Você sabe instintivamente o mal que esta coisa é, correto? Pelo menos, você percebe que não é uma coisa boa estar fascinado com isso eu suponho. Nesse caso, ao invés de segurá-lo você mesmo, Betty…

Subaru: Eu sou como um malvado que não quer doar nenhuma coisa, mesmo se alguém o quisesse tanto, e mesmo se já não me sirva … Acho que esta é a minha decisão. Realmente, assim é.

Este livro, era considerado um evangelho, parece que têm um alto significado para os discípulos do culto bruxo. Ainda mais, seu proprietário foi Petelgeuse, um membro do alto escalão do culto bruxo. Memórias de o quão fanático aquele homem era para com este livro ainda estavam frescas na sua mente. Mesmo que ele já houvera sido capturado e debilitado, Subaru estava todavia bem cauteloso.

Subaru: É um livro de um velho assustador que poderia vir babando pra tê-lo de volta. Não há desculpa para um cara dar algo assim para uma garota simplesmente porque é assustador para se apegar.

Beatriz: —!

Subaru: Se é perigoso, então eu vou ficar com ele. Afinal, estou aqui para te levar para um lugar seguro, entende? Colocar você em perigo de propósito seria o mesmo que lançar esse livro na sua cabeça. Não me trate como se eu fosse um cara frio, vamos.

Levemente sorrindo, Subaru colocou o livro de volta em sua roupa, escondendo-o para que ficasse fora do campo de visão de Beatrice. Ele não tinha ideia o que passava pela mente dela quando ela viu isso. Ela piscou uma vez, os lábios torceram como se estivesse à ponto de falar algo.

 

Beatriz: — — —.

Mas era incapaz de dizer nada, sua boca fechou-se novamente, e ela virou o rosto dela. Havia algo de anormal na sua resposta, mas a expressão dela impediu-o de perguntar sobre isso. Em vez disso, ele estalou o pescoço dele e começou a mudar o tópico.

 

Subaru: Ah, Isso tudo não é nada demais . Por agora, já que decidimos nos mudar, vou deixar os preparativos com você. Não traga nada muito grande, mas dois ou três livros importantes não deveriam ser um problema. Talvez dois ou três conjuntos de roupas também…

Beatriz: … A biblioteca seguirá Betty onde quer que vá. Mais importante, você convenceu as outras duas já suponho?

Subaru: Ouvi algo muito conveniente! Sim, estou bem convencido. Você era a única que faltava. Todos nós vamos evacuar para o santuário, onde Roswaal está.

 

Beatriz: Roswaal, suponho… Subaru, o que aconteceu com a irmã da empregada que foi com você?

Inesperadamente, Beatrice mudou o tópico para Rem. Ouvindo-a falar de repente sobre Rem foi surpreendente, e Subaru nada pôde fazer além de levantar as sobrancelhas com um olhar surpreso. Percebendo que isso provavelmente não foi a melhor resposta, ele tentou relaxar a expressão dele, dizendo:

 

Subaru: Se você está falando sobre Rem, ela está cuidando das coisas na capital no momento. Pegamos este peixe gigante a caminho daqui, tipo assim. Era tão grande, que ela tinha que voltar para preparar uma festa muito luxuosa. Uma vez que isto esteja tudo resolvido, vamos ali para estufarmos-nos com a comida dela.

Beatriz: Você parece realmente feliz, quando você fala dela sabe. — aconteceu alguma coisa?

Subaru: Erm.

Ao escutar o nome da Rem, Subaru exagerou um pouco. Ele não podia negar que ele estava a falar mais rápido do que o habitual. O comentário de Beatrice tinha percebido, e Subaru virou seu olhar, indiferente a assobiou

 

Subaru: -Não, nada aconteceu realmente.

Beatriz: Sendo atendida com tanta ternura, seria mais estranho se nenhum sentimento surgisse eu suponho. Betty não vai dizer nada sobre isso, então você pode fazer como desejar.

Subaru: Eu, não estou tentando esconder nada sabe? Apenas, é preciso muita coragem para enfrentar a Emília-tan e sua irmã sobre isso tão cedo… então eu acho que estou no meio de uma retirada estratégica.

Desastrado com suas próprias palavras, Subaru pressionou os dedos indicadores juntos e, envergonhado, virou as costas para Beatrice com sua cabeça afundada para baixo. Foi o que aconteceu, e havia verdade nas palavras de Subaru ao dizer que está precisando de coragem para encará-la. Certamente Emília não quer ouvi-lo dizer, de repente, “Quero ter ambas

você e Rem!” Seria como derramar álcool nos ouvidos. Embora este fosse seu plano global no final.

 

Subaru: É uma coisa boa para elevar a meta de trabalhar no sentido de . Assim a motivação e esforço vem mais facilmente. Não desgosto de trabalho duro, você sabe. Só não tive um plano para o futuro até agora — —!

As desculpas dele fumando-o cada vez mais altos, levar por suas emoções, ele estava de repente parou por uma inesperada sensação.

Ele sentiu um calor nas costas dele, seguido de braços, envolvendo em torno de sua cintura, segurando-o firmemente. Eles eram pequenos, braços magros e imediatamente sabia quem eles eram.

Beatrice.

 

Subaru: Oh, é só Beako. Assustou-me lá. Não me surpreende assim de repente, vamos…

Beatriz: Resposta realmente me irrita suponho. — — mas, é o suficiente.

Subaru: Hein?

Assim como ele inclina a cabeça em suas palavras inesperadas, um súbito clarão cegou-o.

Antes que ele percebeu isso, a porta se abriu por si só,

 

Beatriz: Até mais—.

Subaru: O q-Queeeeee—!?

Solte os braços que estava segurando ele, e ele foi empurrado para a frente por uma enorme pressão por trás. Incapaz de resistir, ele começou a cair para a frente, deslizando em direção à porta. Desta forma, como se ser sugada através de, ele voou em direção à porta —

 

Subaru: Beatrice — —!

Beatriz: Betty… não posso ir com você.

Torcendo-se ao redor, Subaru olhou para trás para o quarto antes de ele foi varrido pela porta. A forma da menina pegou no seu campo de visão, tinha grandes gotas de lágrimas surgindo em seus olhos.

 

Subaru: — — —!

Incapaz de formar palavras, sua visão distorcida. Pego nas dimensões espaciais movediças, seu corpo movido por um caminho que não deveria existir como o link para a biblioteca proibida começou a desvanecer-se. Assim de repente, o corpo do Subaru foi arremessado do espaço da biblioteca proibida, desaparecendo algum lugar bem longe.

Beatriz: — — outros.

Assistindo este desdobrar, Beatrice fechou a porta que tinha sido deixada aberta. Houve um som de espaço rasgando pedaços, seguido pelo silêncio profundo que desceu mais uma vez sobre a biblioteca proibida.

 

Beatriz: — — Mãe.

Em uma voz pequena, como se prestes a chorar, Beatrice chamado por esse nome. As grandes gotas de lágrimas já tinham desaparecido de seus olhos, embora a expressão dela permaneceu.

 

Beatriz: Apenas… quanto mais… deve a Betty…

Sobre quebrar a chorar, Beatrice levou a escadinha, estabelece todo o seu peso sobre ela. Ela estendeu o braço por trás da escada — — de uma prateleira que geralmente estava atrás dela, ela tirou um livro e ele abraçou perto.

 

Beatriz: Mãe de … Mãe… Mãe….

Como uma criança, perdida, agarrando-se firmemente ao livro pressionado contra seu peito, o choro silencioso de Beatrice ressoou através da biblioteca proibida. O livro em seu abraço, limite de preto, nunca respondido.

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Quando mais tarde, Subaru morreu, emboscados pelo culto bruxo, tudo isso foi perdido. Exceto, como tantas coisas, ele, sozinho, ainda se lembra.

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Esta foi uma cena de um ciclo que foi cortada do Anime, que ocorre em torno do episódio 22. É, basicamente, 2/3 do arco 3 capítulo 71. Nós incluímos isto como um prelúdio para o capítulo 3, porque esta conversa tem um enorme impacto sobre como Subaru confronta Beatrice no capítulo 3.

Subaru só lembra disso, porque depois de ser expulsa por Beatrice, Subaru foi morto no caminho para o santuário, terminando o ciclo e tudo o que aconteceu nele.

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Parte 1

 

Lentamente, apenas se focando em girar a maçaneta que estava em sua mão, Subaru prendeu sua respiração. Ele tinha um pressentimento de que era esta a porta correta. Calmamente, vagando pela mansão, ele notaria de repente uma porta que lhe chamaria particularmente sua atenção. Depois de ter deixando a Emília e os outros para trás na sala de estar, tendo sido concedido um pouco de tempo, Subaru vagaria sozinho na mansão e a encontraria no momento que ele pusesse os pés no corredor do segundo andar. No momento em que ele tocou a maçaneta da porta, sua suspeita tornou-se em convicção, e assim que ele começou a empurrá-la para abri-la, não havia qualquer dúvida em sua mente. E, “naquela sala”, naquele lugar, naquele momento, ele caminhou para dentro.

 

Subaru: Ei, a quanto tempo que não te vejo?!

A Biblioteca Proibida, estava tal como ele se lembrava que era, esticada na frente de seus olhos. A menina, que é a mestre deste quarto mal iluminado, não tinha mudado nem um pouco também — — sentado em uma escada, como se fosse uma cadeira improvisada, ela à folhear um livro.

Beatrice: ….. A mansão está barulhenta hoje, imaginei que você tinha retornado, eu suponho.

Os olhos dela se levantaram por um momento para poder ver Subaru… No entanto, depois de murmurar como se ela estivesse entediada, ela imediatamente perdeu o interesse e voltou seus olhos em seu livro.

Beatrice: Se você está de volta, isso significa que Nii-cha [Puck] deve estar de volta bem. Eu sinto aquela garota e alguns outros insetos irritantes também eu suponho.

Subaru: Puck não apareceu ainda, ele está a recarregar suas baterias, eu acho. Ah, eu não gosto de como você fala sobre Emília-tan como ela estivesse na mesma categoria que o resto você sabe! Embora eu não me importo se estivesse falando do Otto.

Beatrice: Você é realmente barulhento.

Beatrice suspirava pela conversa entediante do Subaru e cruzou as pernas sob o vestido extravagante. Visto que, a Subaru continuava a andar mais perto, buscando acomodar palavras pensando em que dizer.

 

Subaru: Mas claro que têm sido um tempo desde que te vi pela última vez. Desde aquela época com Pete… Ah, espere, isso não aconteceu… a última vez foi antes de partir para a Capital não foi? Foi cerca de dez dias….

Beatrice: Suponho que não. Enquanto Betty está nesta sala, o fluxo de tempo do lado de fora realmente não tem tanta importância.

Subaru: E lá vai ela dizendo coisas estranhas novamente, meu Deus. Além disso, quando você está falando com alguém, você realmente não devia ter o nariz enterrado em um livro desse jeito sabia!? Me ver novamente depois de dez dias, eu entenderia se você estivesse tão feliz que você desejaria ocultar o seu rosto envergonhado mas ainda….

Beatrice: Eu posso fazer a sua boca cuspir sangue em vez de ruído até sua cara se tornar pálida, sabia?

No aborrecimento claramente notável no rosto da menina, Subaru afrouxou a tensão em seu próprio rosto. Sempre que ele vem falar com a garota que cuida da biblioteca proibida, Subaru não podia deixar de querer fazer coisas para cutucar sua atitude teimosa e estragar essa expressão inexpressiva dela. Contar piadas e palhaçadas, ser irritante ela até que ela fique realmente furiosa, então continuar cutucando ela até que ela finalmente não aguentava mais e o jogava pra fora. Há uma parte de si mesmo que se alegra completamente com isso. Mas o porque dele sempre ter esse sentimento em relação a ela, ele não está certo se ele mesmo o sabe.

Beatrice: Tomo o fato de que você voltou como um sinal de que os recentes distúrbios por aqui se acalmaram, eu suponho….

Subaru: Você notou… Bem isso é normal, eu acho. Emília e Ram correram por toda a mansão te procurando, sabia? Seria bom pedir desculpas mais tarde.

Beatrice: Betty? Pedir desculpas? A quem e para quê, não imagino por que eu deveria fazer uma coisa dessas.

Bufando com nariz perfeitamente alinhado, Beatrice fechou seu livro com um forte estrondo, e levantou-se de seu assento na escada de mão. Então, colocando o livro grosso encadernado de volta para sua prateleira, na ponta dos pés, ela esticou o máximo que podia para alcançar. Vendo que ela estava tendo problemas, Subaru caminhou até ao lado dela.

Subaru: Este aqui? Aqui está.

Beatrice:… Não, é o livro que estava ao lado deste, eu suponho. Se você está tentando dar uma ajuda que as pessoas ainda não pediram, pelo menos, tente ajudá-los corretamente.

 

Subaru: Uma loli tããão grata… Oy, cuidado para não deixá-lo cair. Você vai se machucar se este tijolo cair no seu pé.

Enquanto Subaru estava a arrancar o livro com uma mão, ele o achou surpreendentemente pesado. Uma vez que ele tinha cuidadosamente entregue isso a ela, Beatrice aceitou, abraçando-o no peito. Subaru, brevemente, tentou ler o título, mas como alguém que mal podia entender nada além os alfabetos “Yi”, isso estava muito longe além da capacidade do Subaru de compreender.

 

Beatrice: Não, não eu não acho que vou deixar cair, Obrigada, eu suponho.

Subaru: Eu sei que você está tentando seguir o caminho de tsundere e tudo, mas francamente, dizendo isso e ainda por cima “Obrigada” praticamente carregam o mesmo significado à este ponto.

Pelo menos, o fato de que ela iria reconhecer que suas ações eram no geral, consideradas dignas de agradecimento, era em si um testemunho de sua boa vontade. Em resposta a réplica da Subaru, Beatrice franziu a testa e virou o rosto para o lado. Vendo sua atitude obstinada, Subaru coçou sua cabeça.

Subaru: não me importo se você nunca me agradecer até o fim dos tempos, mas certifique-se de agradecer pelo menos aquelas duas, okey? Elas estavam muito preocupadas, te deixando pra trás na mansão.

Beatrice: Não é como se eu tivesse pedido nada da parte delas….

Subaru: Não diga algo baixo assim. A maioria das pessoas nunca pediu para nascer, mas nascem de qualquer forma, e mesmo se você não quer que as pessoas se preocupem com você elas ainda vão se preocupar. … E que a segunda parte só é verdade quando você tem uma pessoas de bom coração ao seu redor.

Não havia necessidade para especificar que a Emília e Ram eram aquele tipo de gente. Emília todos os dias da da sua maneira maravilhosa de viver dá a ela uma pontuação nota 100 em 100 como uma boa pessoa, embora a pontuação de Ram seria provavelmente ir em números negativos, como ela é por dentro é uma questão diferente. Independentemente disso, Beatrice não mostrou qualquer sinal de concordar com ele. Em vez disso, virando-se, ela mordeu o lábio um pouco e disse.

Beatrice: Mas no final, elas ainda deixaram a mansão… e eu suponho que sem Betty.

Subaru: O que quer dizer? Quer dizer que você não queria ser deixada para trás? Você asilou sozinha com esse feitiço “Porta de Aut0-Isolação”*, aparte disso, teria sido muito problemático você sair com as próprias pernas?

Beatrice: Ela de Chama “Porta Intercambiável”. Não a altere para um nome ridículo assim, eu suponho. Além disso, tal sugestão é um insulto à Betty.

*: Os títulos da habilidade de Beatrice, assim como eu as traduzi são, ou melhor dizendo elas soam similares em japonês, o nome correto da habilidade é Tobira Watari, enquanto o nome que Subaru inventou para descrever o comportamento de Beatrice foi Tobira Hikikomori, sendo “Tobira” o significado de Porta.

Sem reconhecer palavras do Subaru, Beatrice continuou virada para o lado, sua atitude obstinada ininterrupta. Ele sentiu esse que dessa vez havia algo diferente e perigoso além da atuação habitual de Beatrice. Subaru franziu as sobrancelhas e não sabia o que fazer. Com ela atuando dessa maneira antes mesmo de eles começaram a falar sobre o que ele realmente tinha vindo aqui para perguntar à ela, ele se perguntou como ele poderia trazer isso à tona agora. Mesmo assim, talvez ele ainda tinha mais um truque na manga para levantar o seu humor…

 

Subaru: Okay então. Se você vai ser tão teimosa, eu irei somente dizer à Emília-tan que você não parava de repetir “Obrigada e Obrigada” com lágrimas de gratidão jorrando de seus olhos.

Beatrice: Você não deveria inventar mentiras! Faz muito tempo desde que deixei que caíra minha última gota de lágrima.

Subaru: O que foi? Você está me dizendo que está envergonhada demais para chorar? Se você diz esse tipo de coisa enquanto você ainda é uma criança, você vai encontrar-se numa posição bem difícil de expressar suas emoções enquanto você cresce você sabia? Crianças não devem se preocupar com o que outras pessoas pensam e deviam somente se preocupar em chorar quando estão tristes.

 

Beatrice: Tenho algumas reservas quanto ouvir isso vindo de um homem que chorou seu coração afora deitado no colo da mulher que ele gosta.

Subaru: Por favor, não tem como você esquecer disso!?

Talvez Emília soubesse que não devesse lembrar Subaru desta história embaraçosa. Ele estava agindo como um idiota para se distrair do pavor que ele carregava dentro de seu coração, inconscientemente construindo uma represa cada vez mais insustentável. Deitado no colo de Emília, tudo isso entrou em colapso, e todas as emoções que ele tinha reprimido desde que ele primeiramente fora enviado à este mundo, vieram correndo para fora em um dilúvio de lágrimas. Ao lembrar-se desses tempos novamente, seu rosto parecia prestes a explodir em chamas. Embora, junto com aquele calor, no fundo do seu coração também sentiu uma luz radiante brilhando vindos daquela memória. Coçando sua bochecha, ao tentar refazer o selo em que guardava aparte aquela memória em particular, Subaru deu um rápido olhar sobre Beatrice. Ela com seu olhar de tédio como sempre, ela tinha se sentado na escada de mão com o livro que Subaru tinha obtido por ela. Ela só recentemente havia começado a dar uma olhada lentamente em seu conteúdo.

Ela estava claramente tentando desligar qualquer oportunidade para seguir com uma conversa, mas se ele a deixasse fazer isso, não faria sentido nenhum ter vindo falar com ela em primeiro lugar.

 

Subaru: Enfim, colocando o assunto quanto a chorar ou não à parte… Eu tenho algo que quero te perguntar, está tudo bem com isso?

Beatrice: Você está livre de restrições quanto a fazer perguntas, eu suponho.

Dentro de sua resposta, acompanhada pelo som de uma página revirando em seu livro, havia a mensagem implícita “agora, se eu vou responder ou não é outra história”. Não havia nenhuma indicação de possível cooperação da parte dela, mas pelo menos ela deu-lhe permissão para perguntar. Subaru calmamente murmurou [Okay então], sob sua respiração e, com a intenção de desdobrar o assunto de sua visita — —.

 

Subaru: Falando nisso, considerando que toda aquela comoção que estava acontecendo lá fora, não estava a sua reação quanto a isso, meio carente? [ Ou seja, a reação dela tava fraca]

No entanto, o que saiu da sua boca não carregava o significado que ele tinha pretendido e em vez disso, só serviu para reacender a conversa que houvera recém tentado encerrar. Ouvindo as palavras do Subaru, Beatrice levantou os olhos de seu livro. Sentindo o seu reflexo no olhar dela claro, imaculado, Subaru respirou sugando levemente um pouco de ar.

 

Subaru: En…. enquanto você estava sentada aqui agindo como se nada estivesse acontecendo, a situação estava ficando muito louca lá fora, sabia? Este estranho grupo de pessoas tinha a mansão cercada, e…..

Beatrice: Pode parar por aí.

Subaru: Se eu não tivesse conseguido trazer reforços da Capital, não tenho ideia do que teria acontecido. E, não é como tivesse sido fácil para mim fazer o meu caminho de volta pra cá….

Beatrice: Eu realmente quero que pare agora, eu suponho.

Subaru: Foi realmente uma viagem tão difícil, se eu te contar, você e eu estariamos em lágrimas no final, mas tendo finalmente me livrado desse obstáculo…..

Com um ruído alto, e estrondoso, a conversa retórica de Subaru foi forçosamente cortada. Olhando ao redor, a fonte do som era o livro que Beatrice estava segurando nas mãos dela que ela tinha fechado com todas as suas forças. Subaru tentou compreender a expressão de Beatrice e suas intenções, mas ela virou-se para enfrentá-lo com um olhar afiado e impiedoso e disse:

 

Beatrice: Que tal você dizer o que você realmente veio aqui dizer, seu covarde.

Subaru: … Ok.

Ele não podia negar isso. Ela tinha razão e tinha visto claramente através de sua tentativa de fugir. Para fugir da resposta para a pergunta que ele sabia que tinha que perguntar.

 

Subaru: Por um acaso…

Engolindo a respiração, ele apertou seus olhos fechando-os com força, ouvindo as batidas do seu coração. Além de suas pálpebras fechadas, ele viu seu doce sorriso, sorrindo para ele.

Subaru: Por um acaso… você se lembra… da Rem?

Sua pergunta havia-se tornado de um pensamento para um som audível, tendo já explodido em realidade, podia já não ser tomada de volta.

Nos ciclos após o assassinato da baleia branca, Subaru só tinha falado com Beatrice uma vez na biblioteca proibida. O propósito dessa conversa foi convencê-la a escapar do culto bruxo, mas ela se recusou, e no final, a menina foi deixada na mansão sozinha. Enquanto ele poderia já não se lembrar de tudo que eles tinham discutido, olhando para trás, havia um fato que ele não poderia deixar despercebido. Beatriz, nesse ponto no tempo, tinha perguntado sobre Rem, que era suposta ter voltado com ele. Naquela hora, a carta escrita à mão tinha já ficado em branco quando chegou a mansão. Em outras palavras, a conversa ocorreu depois que Rem tinha sido atacada pelos Arcebispos do Pecado, e Beatrice, que nunca parecia se importar muito com Rem até aquele momento, tinha de repente perguntado sobre ela — —

[Eu fiquei quase dois dias tentando entender esse parágrafo kkkkkk por que não sabia de qual dos ataques ele estava falando já que eu não me lembrava direto do anime, nos dois últimos ciclos no anime, no penúltimo ele conversa com a Crusch, forma a aliança e manda uma carta para a mansão, só que no anime não fala quem escreveu a carta ou exatamente quando, mas assume-se que tenha sido depois da declaração de amor da Rem para o Subaru e depois de ter um acordo com a Crusch. Rem escreveu a carta, ela chegou na mansão em branco. Ou seja, na parte que eu traduzi, a Parte Zero, que foi cortada do anime, Subaru deixou a Rem pra traz e tinha tentado convencer a Beatriz a ir com ele, a Beatrice perguntou da Rem como se fosse normal, e Subaru deu uma resposta qualquer sem saber de que ninguém mais se lembrava da Rem. Logo depois Subaru morre e um novo ciclo começa. Subaru se lembra desse fato, e por isso ele pergunta se a Beatrice se lembra da Rem.]

Subaru: Responda-me! Você se lembra da Rem, a empregada que costumava a morar nesta mansão?

Ele queria que ela se lembrasse, ela devia se lembrar, pensando nisso, a voz do Subaru se distorceu no final. As profundezas de suas memórias confirmaram isso e seu coração já em processo de enfraquecimento, tão perto de afundar-se, para se afogar, ansiando por ser revivido, não negaria isso… Beatrice, silenciosamente, olhou para Subaru. Dentro de suas pupilas, não havia nenhum sentimento nem emoção. O que ela estava pensando era impossível de ler.

Normalmente, ela era uma menina, cujas emoções eram fáceis de compreender, mas neste momento, Subaru não era capaz de perceber nada em sua expressão. Seus dentes doíam, era como se o tempo houvesse parado, e o coração do Subaru estava queimando em cinzas.

Subaru: Ei….

Por que você não está falando nada. Você se lembra, ou não, não é uma pergunta difícil de responder… … Claro, havia apenas uma resposta que ele queria ouvir. Que Beatrice lembrava da Rem, e que ela iria rir da estupidez pura da sua pergunta. Memórias serem comidas, nomes engolidos, retirados desse mundo, que idéia estúpida que é. Deixar ela se sentir como ele sente, deixar essa menina sentir essa mesma indignação das cruéis ultrajes deste mundo. Ou, mesmo se eles tão só pudessem compartilhar a realidade comum da existência de Rem, talvez eles encontrariam a solução juntos, e isso seria o suficiente. Então, me diga que você a conhece. Como Emília, como Crusch, como Wilhelm, como todos os outros… Da Rem — — não me diga que você se esqueceu dela. Querendo ouvir sua resposta. Com medo de ouvir a resposta dela. Agitação, contradição, suas emoções foram arrancadas e torcidas. Em seguida, para o Subaru cujo vacilante e convulsões coração estavam a beira de sucumbir ao desespero, Beatrice começou a falar…

Beatrice: — — não quero responder.

 

Parte 2

 

Ela virou seu olhar para longe de Subaru, responder nem sim nem não. Perdendo seu fôlego com um “Ha…”, por um instante, a mente de Subaru parou por completo. Então agressivamente arremessando seus braços no ar

Subaru: Es, espera aí. O que você quer dizer com você não quer responder? Essa pergunta não tem somente duas respostas? Sim ou Não?
Beatrice: Eu não sei o que você quer dizer com “/Sim/ ou /não/’ Eu suponho. E minha resposta nunca vai mudar. Não quero responder.

Subaru: EU ESTOU DIZENDO QUE ISSO NÃO É UMA RESPOSTA!!

Balançando os braços para baixo, Subaru caminhou adiante furiosamente. A garota sentada na escada de mão sem olhar seu gesto intenso, apenas cerrava firmemente seus lábios. Vendo sua atitude obstinada, chamas envolveram seu peito, impossível de serem contidas.

Subaru: Essas palavras… não são as que quero ouvir de você!
Beatrice: Por que Betty tem que responder em palavras que você quer ouvir, eu suponho?.. Pare de criar confusão. A biblioteca irá ficar desordenada, eu suponho.
Subaru: Você…..!

Subaru avançou furiosamente em direção à Beatrice. A cara que não queria nem olhar para ele, Subaru queria forçá-la a olhar para ele e perguntar-lhe cara a cara como ela poderia dizer algo tão cruel. Mas,

Subaru: — — —.

No momento em que ele estava prestes a tocá-la, Beatrice olhou para Subaru. E então, naquele instante, os olhos cheios de ondas de emoção, a mão do Subaru parou. Porque foi como se ela ——

Beatrice: Essa pergunta sua, são palavras consultando sobre alguém comido por ‘Gula’.
Subaru: — —! Então, você….
Beatrice: Esse tipo de coisa, se alguém estiver familiarizado com a autoridade da gula, não é difícil de deduzir, eu suponho. Roswaal também, e Nii-cha e Shaula – Quem que é essa? – saberiam disso também.
Subaru: Ros…!?

Um nome inesperado ressoou na sala, a garganta do Subaru travou. Roswaal sabendo a autoridade da gula — — isso significa que pode haver uma chance de que ele se lembre da Rem? Não, mas antes disso…

[Diz que os olhos de Beatriz estavam cheios de emoção mas ela não disse que ela se lembrava, até por que quando Subaru tentou perguntar novamente ela cortou ele no meio da pergunta… Será que ela se lembra mesmo?]

Subaru: Quanto você sabe sobre o culto da bruxa? Roswaal com certeza devia saber, que uma vez que a identidade de Emília como uma meio-elfo fosse de conhecimento público, o culto às bruxas iriam começar a tomar medidas. Ainda assim, se eu não tivesse feito nada, a mansão e a vila… tudo e todos teriam sido mortos e destruídos.

O que diabos está acontecendo!?
Beatrice:
Subaru: De jeito nenhum que ele não teria planejado nada, isso foi o que Rem e Crusch-san me disseram. Ainda assim… – rangendo seus dentes, com sua indignação aumentando ele continuou-, parece-me que ele não preparou para nada! porque se ele fez, como poderia tudo ter tido um fim tão catastrófico….!
Beatrice: Betty não sabe quanto Roswaal tem pensado nisso eu suponho. Mas… não acho que Roswaal não teria pensado sobre isso.

Ouvindo a declaração de Beatrice, Subaru estreitou suas sobrancelhas, tentando encontrar em suas memórias alguma indicação das preparações de Roswaal durante a batalha contra Petelguese. No entanto, não importa quanto Subaru procurasse através de suas memórias, não encontrava nada do tipo.

Subaru: É isso um equívoco? Ou nós estamos superestimando sua capacidade? Se Roswaal fez alguma coisa, então por que fui eu quem teve de enfrentar tantos problemas sozinho….
Beatrice: Se você não sabe, então ninguém poderia saber.

O suspiro dela carregava uma cor de decepção, Beatrice parecia ter desistido na falta de compreensão de Subaru. Mesmo que ele estivesse descontente por sua atitude, Subaru percebeu que a conversa tinha descarrilado para fora do tópico.

Subaru: Espera, comparado à isso, se você sabe algo sobre o culto bruxo, conte-me tudo. Sobre os Arcebispos do Pecado, sobre ‘Gula’, há uma montanha de coisas que quero te perguntar… e isso também.

Um após o outro, a Subaru queria perguntar Beatrice tudo. Subaru colocou a mão no casaco dele e tirou um livro com a capa cor preta. O livro, sujado com sangue um tanto negro na capa e parcialmente no interior, era o espólio que recebeu após uma feroz batalha contra um oponente formidável, há vários dias atrás.

Subaru: Eu sei que isto é uma parte realmente importante e profunda do culto bruxo… Não consigo ler o que está dentro, mas como o guardião da Biblioteca Proibida talvez você saiba alguma coisa….
Beatrice: — — Um Evangelho.

Olhando para o livro nas mãos da Subaru, se os olhos de Beatrice abriram. Seus lábios cor de pêssego tremiam, encarando o Evangelho com um olhar congelado. As palavras ilegíveis escritas na capa — ela observava sobre ambos com uma expressão incrédula,

Beatrice: Por que você, de todas as pessoas, têm….
Subaru: Eu saqueei-o, mas não é como se eu realmente o queresse, sabe. Como eu disse, o culto às Bruxas tinha a mansão cercada. Então tirei ele do seu líder. O proprietário… já não existe neste mundo.
Beatrice: Você o tomou, mas… isso…

A voz de Beatrice estremecia, enquanto ela estendia as mãos para o Evangelho mostrado por Subaru. Embora ele hesitou por um momento, vendo os dedos pequenos de Beatrice, tremendo, Subaru lentamente colocou o Evangelho nas mãos dela. Recebendo o livro, como se o verificando, ela traçou o dedo sobre as misteriosas letras na capa, e

Beatrice: Seu dono… morreu, você disse, eu suponho?
Subaru: … Sim. Ele está morto. Ele foi tragado pelas rodas de transporte e… Eu o matei.

Considerando toda a situação, Petelguese ano foi morto diretamente pelas mãos de Subaru. Ainda assim, tudo desde sua razão de morte, as circunstâncias, os acontecimentos que levaram à realidade do seu falecimento, foram todas inevitáveis extensões das ações da Subaru. Subaru queria matar Petelguese, porque se ele não levasse a vida daquele homem em um duelo até a morte, na sua alma, ele nunca seria capaz de perdoar a si mesmo. Por conseguinte, Subaru falou sem reservas sobre sua intenção de assassinar Petelguese. Mas mesmo sem reservas, não poderia ser dito que sujar as mãos dele não o deixava com algum arrependimento. Ele não podia fingir não que não o afetava, nem seu coração mentiria para ele sobre este assunto. O fato de que ele matou Petelguese a vez que ele tinha sido morto por Petelguese, bem, ele nunca seria capaz de esquecer. Por enquanto ao longo de sua vida, ele iria carregar a vida que ele tirou daquele homem — — mas estes sentimentos não vieram da boca do Subaru. Petelguese era uma existência que mereciam morrer, e Subaru, acreditava que isso, o matou. Isso é tudo. Mas, para todos esses pensamentos que carregava dentro de suas palavras, Beatrice não mostrou qualquer reação.
Ela apenas calmamente murmurou [já vejo…., mantendo os olhos dela derramados no evangelho em suas mãos:

Beatrice: Até mesmo você se foi deixando Betty, hein, Suco….
Subaru: — —? Quem é esse?
Beatrice: Não há nenhuma necessidade para que você saiba. O que aconteceu ao ‘Bruxo Gene’, já que você matou ‘Preguiça’, eu suponho?
Subaru: Bruxa, gene…..

Para a questão de Beatrice, Subaru enrugou suas sobrancelhas e sua cabeça inclinou. Vendo este gesto de Subaru, a expressão de Beatrice foi a de perplexidade, e ela estreitou os olhos dela, como se tentasse entender as emoções de Subaru pela sua expressão. Mas, pesquisando, o olhar dela não foi possível encontrar o que estava procurando. Subaru estalando a língua em agitação…

Subaru: Tch, não use terminologias profissionais sobre um cara que não sabe nada sobre a situação, vamos lá. O que é isso, ‘Bruxa Gene? Ugh parece maravilhoso já.
Beatrice: Você não sabe…? Espera, sério? Então, por que razão você matou ‘Preguiça’ suponho? Eu não entendo..
Subaru: Eu estava apenas me livrando lixo! O que é que você tentando me dizer!

A conversa que que parecia não fazer sentido estava estressando a paciência de Subaru, mas ao contrário de Subaru, que estava tentando forçar o ritmo adiante, Beatrice estava cada vez mais perto de um completo silêncio. Colocando a palma da sua mão contra os lábios, como se em um pensamento profundo, apenas continuou olhando fixamente para a capa do livro.

Beatrice: Não sei…. Isto está além da capacidade da Betty de decidir.
Subaru: Mas o que diabos você está tentando decidir sozinha — — Ei.

Balançando a cabeça, Beatrice jogou o evangelho para Subaru. Rapidamente agarrando o livro que foi jogado, Subaru tomou um pequeno suspiro de alívio e,

Subaru: O que você está fazendo assim de repente. Não estou dizendo que é perigoso, mas ainda é um livro estranho. Lide com isso com mais cuidado!
Beatrice: — — Você deve tê-lo, eu suponho. O que o Bruxo Gene vai escolher ou não… De qualquer forma, uma decisão será forçada a ser feita. Quando esse momento chegar, se isso ajudar você na sua decisão, Suco seria capaz de descansar em paz também, suponho.
Subaru: O que quer dizer uma bebida descansando em paz! Você é…..

Nada de mais, Subaru entendeu nada disso tudo enquanto ele se enchia de palavras incompreensíveis. Mas, antes que Subaru pudesse dizer qualquer coisa, havia uma sensação estranha, se formando atrás dele. — — O som do espaço sendo dobrado por uma força sobrenatural. Subaru instintivamente compreendeu, embora ele não soubesse por que ele sabia disso,

Subaru: Você vai me expulsar? Não pude perguntar nada ainda… Você quer que eu saia com apenas isto, ahhh sério!?
Beatrice: As respostas que você quer ouvir e as palavras que você quer escutar — porque Betty deveria dizer-las, eu suponho? Egoísta… Pare de ser orgulhoso.
Subaru: Org…. — — diga-me, eu quero saber! Não peço mais nada! Então, por favor….
Beatrice: — — Betty é…..

Todos os pelos das costas dele ficaram de pé — —por que eles estavam sendo fisicamente atraídos para trás por uma força que puxava todo o corpo do Subaru. O espaço se distorcia — — apenas quando ele virou a cabeça para olhar para trás, ele viu que a porta que era suposta para estar fechada, tinha sido aberta, e ele sabia que o espaço de absoluta escuridão o iria engolir. Sem vento soprando, nem estavam suas pernas ou braços sendo agarrados por nada. Apenas, havia uma pressão indescritível por todo o corpo na sua frente e uma força gravitacional invisível a olho nu por trás, como se abraçando-o, afastando-o. — Absoluta e contundente, esta era a verdadeira forma da Porta Intercambiável.

Subaru: Beako… Beatrice!
Beatrice: O que está querendo sair é seu corpo e sua alma.
Subaru: O que você está—.
Beatrice: Seu coração não quer ouvir as verdadeiras respostas, por causa da sua fraqueza, seu olhar evita realidade, e sua mente egoísta não quer olhar para seus próprios pecados. Tudo isso, distância seu corpo ainda mais longe desta Biblioteca Proibida.

Mas,

Subaru: Eu — —.
Beatrice: Betty não é uma ferramenta conveniente para você…..
Subaru: — —!?
Beatrice: O que você quer ouvir, quando você quer ouvi-lo, nas palavras que você quer ouvir, da forma que você quer ouvir…. Eu não sou tal existência conveniente.

Com estas palavras arrancadas por entre os lábios de Beatrice, Subaru não poderia pronunciar outra sílaba. Eles penetraram profundamente e perfurou a marca e completamente despreparados, Subaru foi atacado por essas palavras em espanto sem palavras. Então, enquanto o vazio emergia, a resistência do corpo do Subaru entrou em colapso, e

Subaru: Cra — —.

Desta forma, como se fosse sugado para a porta atrás dele, o corpo de Subaru foi puxado em direção a porta de passagem. Se ele passasse por ela ele iria ser expulso da biblioteca. No último momento, Subaru agarrou a borda da porta, enquanto sua outra metade estava a ponto de voar para fora, ele pisou na outra extremidade. Ofegante, cerrando os dentes firmemente, ele olhou para cima — — na frente, havia uma garota com uma expressão cheia de tristeza.

Beatrice: Se você tem alguma coisa que você queira saber, pergunte a Roswaal. — — Nii-cha ou Betty, não iremos dizer nada para você.
Subaru: … Por que você, está quase chorando.

Na pergunta final de Subaru, Beatrice derrubou os olhos dela e não respondeu. Por fim, a garota estendeu a ponta dos dedos e enrolou-os nos dedos de Subaru na porta — — e as tirou.

Sugado. Jogado pra fora. Trancado para fora da Porta da Biblioteca proibida — — pelo coração de uma garota chamada Beatrice.

Subaru: — — —.

Deslizando por ela, a porta vomitou-o para fora e mandou-o a voar para o corredor. Diante dos olhos dele, a porta que o expulsou fechou-se violentamente, vendo isto Subaru estendeu sua mão para a maçaneta, mas era tarde demais.

Subaru: Aquela Loli de cachos….

Do outro lado da porta não era a biblioteca proibida, apenas de outro quarto de hóspedes não utilizado.
Ele olhou em volta ao redor da mansão, mas não conseguia sentir o sexto-sentido que o ligava à biblioteca proibida— — Hoje, ele não poderia encontrá-la mais. Essa percepção caiu no coração do Subaru. O que ele queria ouvir, o que ele queria saber, mais do que isso, ele só foi transformado as voltas e voltas por palavras mistificadora da menina e expulso antes de ganhar qualquer coisa.

Subaru: Que diabos! Se souber de algo, Então desembucha, sua pirralha mesquinha! Sua “deprimida” enfurnada-anti-social! Qual filho da família Natsuki- você acha que é?

Subaru deu um pontapé na porta que, até há pouco, tinha sido ligada à biblioteca proibida e soltou um longo suspiro. Balançando a cabeça, tentou esquecer a imagem em sua mente — a última coisa que ele viu no momento da sua partida, expressão de Beatrice, não o deixaria. Mas, com certeza ela estava…

Subaru: Com um rosto quase chorando assim, pare de fechar-se sozinha, sua estúpida.

Pensando que era culpa dele que ela tinha essa expressão no rosto, e tendo conseguido nada, ele poderia não culpá-la por nada.

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